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Curiosidades do Carnaval

Depois de um animando período de carnaval, o que não nos faltam são histórias para ouvir. Em cada lugar, em cada época, os foliões botam pra quebrar e trazem para casa lembranças dos mais variados tipos. Algumas histórias ficam famosas, outras viram lenda, sem falar nos boatos quentes que correm de boca em boca!

São esses momentos inesquecíveis e tão característicos dessa época que vão construindo a história do carnaval em nosso país. É assim que surgem as curiosidades que ninguém imaginava existir. Quer saber algumas? Então, prepare-se para conhecer histórias interessantíssimas sobre essa festança que agita o Brasil de Norte a Sul!

- Na década de 30 a Ala das Baianas era formada apenas por homens, dispostos nas laterais das Escolas e munidos de navalhas para evitar brigas durante o desfile.

- Muita gente acha que o Rio de Janeiro sempre viveu do Carnaval, mas foi somente em 1963, quando a agremiação do Salgueiro desfilou o enredo sobre Chica da Silva, é que os quatro dias da folia entraram definitivamente no calendário turístico da cidade maravilhosa.

- No final dos anos 60 o carnaval da Bahia trazia para as ruas pessoas fantasiadas de mortos. O nome dessas fantasias era mortalha e tinha um significado: contrastar com a alegria que a festa simbolizava. Trazendo capuzes e cruzes no peito ou nas costas, as roupas eram feitas em preto, vermelho ou branco. Os capuzes foram proibidos pelo governo militar que não permitia os foliões brincar mascarados. A cada ano a mortalha ganhava mais adeptos e perdia suas características iniciais. Foi ganhando cores e sua praticidade e conforto acabaram transformando-a em adereço indispensável no carnaval baiano. Nos anos 90 a mortalha já era chamada de "abadá".

- A cada ano o domingo de carnaval cai em datas diferentes porque deve ser sempre o 7º domingo que antecede o domingo de Páscoa.

- O público que assistia aos desfiles das Escolas de Samba, na Av. Rio Branco, no Rio de Janeiro, ficava comprimido por uma corda de aço que margeava as calçadas e alugava caixotes de madeira a CR$ 5,00 ( cinco cruzeiros ). Reza a lenda que Silvio Santos, antes da fama, era uma das pessoas que organiza este negócio.

- A Ala das Baianas é obrigatória numa Escola de Samba e muitas já perderam pontos por não ter o número mínimo exigido(70). Dona Nair Pequena, famosa baiana da Mangueira, morreu em plena avenida, quando a escola cantava o samba de enredo "Um Cântico a Natureza "

- Existem 6 modalidades de samba: samba-canção, samba-choro, samba-de-breque, samba de gafieira, samba de enredo e samba-exaltação.

- Dodô (Adolfo Nascimento) e Osmar se conheceram em um programa de rádio no ano de 1938. Só em 1950, após 10 anos de pesquisa, saíram pelas ruas de Salvador "a bordo" de um Ford 49, com o som amplificado dos instrumentos de corda que tocavam. Em 1951 surgiu o trio elétrico, graças à presença de mais um membro na então dupla: Temístocles Aragão.

- O regulamento determinado pela Liga das Escolas de Samba (LIESA) para o critério de julgamento das escolas é determinado a cada ano para ser utilizado no ano seguinte.

- Os desfiles de Carnaval de São Paulo estão sendo tão disputados quanto os do Rio de Janeiro e sua audiência na TV já é igual a dos desfiles cariocas.

- Em 1970 todas as escolas de samba tornaram-se obrigadas a enviar seus croquis de alegorias e fantasias à censura.

Sabe por que o Carnaval tem datas diferentes todo ano?

O primeiro domingo após o 14º dia de lua nova é o domingo de Páscoa. Ou, o primeiro domingo após a lua cheia, posterior ao equinócio da primavera, é o domingo de Páscoa. Se o 14º dia da lua nova ou da lua cheia posterior ao equinócio da primavera cair no dia 21 de março e for sábado, o domingo de Páscoa será no dia 22 de março.

Entretanto, se a primeira lua cheia (isto é, o 14º dia após o equinócio da primavera) for 29 dias depois do 21 de março, o domingo de Páscoa só poderá ser 25 de abril, isto é, o mais tarde possível. Como o primeiro dia da lua nova, antes de 21 de março, situa-se, necessariamente, entre 08 de março e 05 de abril, a Páscoa só pode cair entre 22 de março e 25 de abril.

O domingo de carnaval cairá sempre no 7º domingo que antecede ao domingo de Páscoa.

Origem das Marchinhas de Carnaval

A marchinha é produto da mistura dos ritmos da polca ao one-step e ao rag-time norte-americanos e aparece, no carnaval carioca, em 1920.

A marchinha caracteriza-se por ser de modalidade de fundo de brejeiro, fácil de reter e dançar, e por prestar-se à crítica, à sátira, à galhofa. Põe-se, assim, em consonância com o espírito da metrópole da alegria, razão pela qual logo se tornou um dos atrativos maiores do carnaval cantado no Rio.

Ao lado do samba, a marchinha passou a formar a dupla principal dos ritmos da grande festa do povo. Muitos a consideram banal como ritmo, mas o certo é que a marchinha é o ponto alto do carnaval carioca. Enquanto o samba é geralmente, sentimental, romântico e chorão na fase carnavalesca, embora de maior sonoridade, a marchinha é viva, crepitante, buliçosa, por vezes canalha e, portanto, bem mais carnavalesca. O samba é poético ou filosófico; a marcha é caricatual e gargalhante, brejeira e maliciosa.

A malícia é exagerada. Em muitos casos o duplo sentido nem chega a ser duplo e alguns compositores faziam versos fáceis de serem substituídos nas horas de maior entusiasmo, pois as palavras e frases do original já sugeriam a troca.

No cancioneiro carioca, estão inscritas centenas de marchas carnavalescas que, além do êxito popular alcançado, são magníficas produções, consideradas como clássicos da música popular brasileira.

A marchinha é uma das cinco modalidades da cantiga carnavalesca do Rio. É mais de Momo do que o samba, que surge a qualquer tempo. Fora do carnaval, a marchinha é rara. Aparece por vezes nas comemorações juninas ou natalinas, ou para fixar uma festa ou acontecimento de vulto.






 
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